A situação portuguesa... (tirando as mil e uma outras)

Em 2005, segundo dados da FAO, navios portugueses pescaram 15 360 t de tubarões, principalmente nos Oceanos Atlântico (13 385 t) e Índico (1 975 t). Os mais capturados foram as tintureiras (mais de 50%), seguidos pelas mantas, anequim e algumas espécies de tubarão de águas profundas como a lixa e o carocho.


Possuindo 30 navios, Portugal tem a segunda maior frota de navios de pesca de palangre de superfície da UE. Os tubarões, principalmente tintureiras, tubarões-anequim, tubarões-martelo e tubarões-raposo, são uma grande percentagem dos animais capturados.

As três espécies existentes de tubarão-raposo e de anequim são consideradas vulneráveis a nível global pelo Grupo de Especialistas em Tubarões da UICN, com base nos Critérios da Lista Vermelha, enquanto se propõe que várias espécies de tubarão-martelo sejam incluídas na lista como estando Ameaçadas. A tintureira, potencialmente o tubarão pelágico mais abundante e mais pescado do mundo, é considerada Quase Ameaçada a nível global.

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